domingo, 29 de março de 2009
Busca Infindável
Busca Infindável
Soam, toam, retumbam
Os sinos da Marília de Dirceu.
Bucolismo dos aspectos
Aproveito o dia, como se fosse o último.
Mas, você, eu não alcanço
Estúpidos são os que morrem por amor,
Pois a completude da morte impede
o encontro terreno das almas complementares
Ah! Morrer de amor!
Que ato mais platônico
O amor não pode ser explicado,
Entretanto sentido
Via Crucis, os amantes percorrem.
Mas não querem a Cruz,
Querem ressuscitar e ascender
ao Reino do Amor!
Não sou muito de comentar os comentários, por isso não se sinta ofendida, Mari, por não comentar, mas agradeço muito pelo apoio (Isso que acabei de fazer foi uma forma de cometar, mas era para ser sutil sem estes parênteses)
sexta-feira, 27 de março de 2009
A importância das reticências
A importância das Reticências...
Ao meu uso, reticências são tudo! Podem ser usadas em qualquer situação, não em ocasiões de querer dar uma impressão de continuidade apenas. Com reticências, posso findar algo que não precisa de complemento, mas as reticências tornam-se três pontos finais; dando muito mais ênfase ao meu final.
Ok, eu viajei muito na minha última sentença. Mas reticências devem ser usadas com carinho, pois sua banalização ocorre facilmente, assim como, o enjoo (o que fizeram com o acento...?) de seu uso corriqueiro, mas sou, totalmente, favorável ao seu uso em diálogos, pois uma conversa quase nunca tem um ponto final. Você manda uma mensagem e coloca as reticências, para dar continuidade ao assunto e esperar a contra-resposta.
Ahá! Dirão os que prestaram atenção ao meu pseudo discurso desde o começo... Logo, falarão: “Então, o seu uso mais corriqueiro das reticências é para dar continuidade a algo! Você está se contradizendo ao dizer que elas não são utilizadas somente para continuar algo; se você as usa com este propósito com muito fervor”
Sim, sim, caro crédulo, eu uso mais os “três pontinhos” para tal finalidade supracitada acima, mas admiro o uso de tal artifício gramatical em outras finalidades que todos podemos usar sem perceber. Não consigo dar exemplos agora, pois não sou especialista em Gramática e muito menos em Reticências, sou um fã incondicional dela, uso-a com emoção e sentimento. Sei que este meu texto aparenta ser muito denotativo, mas não é preciso da conotação para expor sentimentos, as palavras falam por si só, não interessa como estão escritas.
Para não ter que findar o meu texto- vide o último período do texto- com um ponto final...
O início de um novo blog
Deixo avisado que a frequência (sem trema) dos meu posts não será próxima a do meu outro blog sobre música.
Estimo que este blog dure por tempo indeterminado, mas creio que não irá tão para frente assim, mas darei tempo ao tempo...
Textos, poemas e qualquer outra coisa que se assemelha com formas escritas serão colocadas neste antro digital, os temas diferem ao máximo. Mas confesso que, por ventura, o tema amor prevalecerá, não devido ao fato de estar apaixonado, sentimento que não nutro por alguém faz um certo tempo.
Chega de escrever frívolidades e motivos que me levaram a fazer tal fato. Uma última explicação: o nome que consta no endereço eletrônico deste sítio não é modéstia ou falta da mesma. Saibam que as portas do conhecimento estão abertas para todos e inclusive para mim, findo este texto...
Louco de Pedra...