sábado, 25 de julho de 2009

Na Estrada Novamente

Estou à procura.
Não de um cálice sagrado,
Mas de uma cura.
Talvez, eu seja um malogrado
Que nunca há de achar
O tão almejado par...

Busca infindável...
Mas alcançável.
Escrever não me fará achar-te.
Quando te ver pela primeira vez,
Espero não ser em um encarte,
Pois não quero um revés
De ver e não ser visto de novo.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

“Nas favelas do Cerrado, ‘sujeira’ prá todo lado”

Ambientalismo, sim, este é um assunto muito comum na imprensa, nas escolas, nos vestibulares e etc. Porém, o conhecimento acerca deste assunto – principalmente pelas pessoas com maior instrução e condições- aparenta ser jogado no lixo, melhor dizendo, jogado no chão em frente aos colégios; liberado como esgoto no lago Paranoá.
Algumas pessoas têm consciência ambiental e pelo amor de “Zeus” não se sintam solitárias nesta causa, pois – finalmente- a martelação da mídia serviu para algo de útil. Vamos pegar esses ensinamentos e utilizá-los de forma respeitosa, não faça de seu professor um simplório “cantor de churrascaria”; absorva o que ele diz, o que a Fátima Bernades diz; “coma-os” se preciso for. Volto a clamar: Não jogue sua iluminação pela janela, assim como fizeram com a filha do Nardoni.
Mas para mudar o mundo, é necessária uma mudança interna. Pequenos atos cívicos são fundamentais; jogue o lixo no lixo, economize água, evite pegar sacos plásticos demasiadamente (a padaria é na esquina, logo para que diabos pegar sacola plástica para carregar dois pães), estes tipos de ações que deveríamos estar carecas de saber, muitas vezes, deixamos de fazer por conveniência, pois é muito mais prático jogar papel no chão para “garantir o emprego dos garis”; pelo amor de Alá, eles limpam a calçada de folhas secas e poeira e não nossas fezes.
Vou findar este texto com outro motivo de profilaxia da poluição: vivemos em um mundo capitalista! Revoluções, nesse instante, seriam ineficientes. Pergunta simples e besta: “Por que acumular bens se vamos morrer?” Muitos respondem: “Para deixar para os meus herdeiros!” Pois se queremos que herdem algo, deixemos- ao menos- um mundo habitável para os mesmos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Compreendam o tempo

Tempo. Eis uma coisa que não podemos tanger facilmente; ora ele sobra, ora ele falta. O mais engraçado é que quando falta tempo, reclamamos excessivamente que não temos tempo para fazer tudo que queremos e quando sobra tempo, reclamos que estamos vivendo no ócio. Nós, seres humanos- creio- que servimos apenas para reclamar e para achar que tudo está fora de seu eixo natural .
Perda de tempo, um conceito inútil; pois o que pode ser um desperdício para um, pode não ser para outrem. Enfim, o tempo passa rapidamente e ele não se interessa se você o aproveitou bem ou não; convenhamos que seria inóspito o tempo parar para perguntar se cada conseguiu aproveitá-lo.
Com o tempo, muitas coisas mudam: pensamentos; pessoas; modas; tendências; governantes; a água dos rios; o seu presente e futuro. Até o tempo- o senhor que rege os períodos de claridade e escuridão- não é imutável, pois ele muda a cada segundo; os ponteiros do relógio giram sem parar. Entretanto o jeito de passar é peculiar e imutável, ele passa simplesmente; seja rápido ou devagar, ele passará. Não tente entendê-lo, deixe-o fazer a sua obrigação e vá fazer as suas...