Crédito é (dí)vida
Comprar
Ter
Ser
Cartão, empréstimos, dívidas
Acumular
Bens, serviços.
Tenho o mundo sob meus pés (desde que eu tenha limite)
Basta digitar a senha
1,2,3,4,5,6
Registrando...
Registrando...
Registrando
(Angústia)
Breves segundos que parecem horas
PLIM!
Transação Aprovada
Felicidade Instantânea
Dívida Futura
Com Fartura
Na próxima Fatura
Agônia surge
Culpa...
Ódio...
Frustação?!?!?!?!?
Será que preciso mesmo disso?
Logo mais
Continua Andando
Vitrines piscando
Produtos cintilantes...
A mão coça
Ou será que é o bolso?
-CPF na nota?
-Sim, por favor
-Senha
-1,2,3,4,5,6
Registrando...
Registrando...
Procurando Rede...
Registrando...
Registrando...
"Transação não aprovada pelo cartão"
Tristeza
Indignação
Preocupação
Sorriso de canto de boca
"Fica para a próxima..."
Adeus Limite
Adeus crédito
Até mês que vem
Para novas aventuras
Frívolas e êfemeras
Crédito Vai.
Dívida Fica...
segunda-feira, 25 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Back To Reality
Pois é...
Esse que vos escreve, voltou e não sei se é para ficar, caro Roberto Carlos...
O importante é que cada vez mais, venho sentido uma necessidade enorme de escrever. Sejam coisas banais, bananais, anais...
Voltei com uma releitura da Canção do Exílio de Gonçalves Dias...
Fiz essa releitura por causa de uma coisa que reparei e ando reparando há um tempo nessa cidade chamada Bras-Ilha...
Uma amiga de Fortaleza e um amigo do Rio de Janeiro vieram passar o feriado de primeiro de maio na capital. Tivemos uma epopeia digna de ser escrita por Ulisses ou Camões para encontrar um bar aberto ou aceitando abrir mesas por volta das 00:00. Rodamos a asa norte inteira em busca de um bar/buteco/birosca para mostrar a "tão famosa" noite brasiliense...
Após o fracasso retubante, fomos até Águas Claras e lá não obtivemos sucesso. O horário já era avançado. Não íamos conseguir comprar uma simples breja gelada nem em um mercado 24 horas. Tínhamos que comprar quente e esperar gelar em casa mesmo...
Mas como era véspera de feriado e feriado do trabalhador, não encontramos nenhum mercado 24 horas aberto... Fiquei desolado... Minha cidade que gosto tanto, estava me deixando encabulado e envergonhado... Como estava difícil encontrar a merda de um lugar aberto para me vender uma única lata de cerveja...
Até que encontramos no Vicente Pires, um lugar de lanche que tinha cerveja e lá compramos dez latas desse néctar inebriante...
Chegamos à casa e fomos dormir após tal aventura. Tomamos uma ao menos para não dizer que foi rolê perdido...
E após essas notícias:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/05/19/interna_diversao_arte,483626/relembre-quando-tocar-em-bares-da-cidade-nao-era-fora-da-lei.shtml
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/05/16/interna_cidadesdf,483387/comerciantes-e-moradores-divergem-quanto-a-proposta-da-nova-lei-do-silencio.shtml
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/04/bar-na-asa-norte-no-df-e-fechado-e-multado-por-reincidencia-de-som-alto.html
Decidi fazer essa releitura do exílio que eu sinto nessa cidade após às 00;00... Isso que nem vou comentar sobre a falta de transporte público na madrugada que impossibilita ainda mais o acesso à cultura pela cidade...
Fica o registro e vamos seguindo...
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Canção do Exílio (Dentro da Ilha)
Canção do Exílio (Dentro da Ilha)
Minha terra tem palmeiras,
Onde NÃO canta o Sabiá (depois da meia noite);
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como ANTES lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques BARES NÂO têm mais vida,
Nossa vida MENOS amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
MENOS prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde NÃO canta o Sabiá (depois da meia noite).
Minha terra tem TINHA primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
MENOS prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde NÃO canta o Sabiá (depois da meia noite).
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde cantaRÁ o Sabiá (depois da meia noite).
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Reflexões sobre trote universitário
Sei que faz muito tempo que não posto nada por aqui...
Mas segue um texto que escrevi que ia sair no jornal do DCE-UnB, porém o jornal nunca chegou a sair do computador...
Recepção sem humilhação
Já é prática comum em muitas universidades do Brasil ao longo de cada semestre cada curso dar sua recepção às calouras e aos calouros. Alguns cursos adotam uma semana de atividades; aulas magnas; ações ecológicas. Alguns ainda optam pelo tradicionalismo do Trote sujo e/ou violento.
Veteranas e veteranos usam de argumentação que o trote é o momento de integração; que de fato é. Eu passei a me sentir mais integrado ao curso após passar pelo trote. Porém as pessoas se esquecem de pensar que antes do trote; há uma tensão no ar e um medo acerca do mesmo e das e dos veteranas (os) que só querem sacanear. Por isso, quando acaba o trote, o sentimento de alívio querendo ou não bate; pois agora não há mais aquela tensão do trote. Agora, sim não há barreiras para a interação.
Por isso, o trote representa um momento de coersão, pois quem é nova (o) na Universidade está morrendo de ansiedade de fazer amizades e muitas vezes pode se submeter às mais diversas coisas para conseguir se inserir no espaço. Sem contar que o medo da retaliação de não participar do trote existe e é real. Se o trote é o grande momento integrador do primeiro semestre, qual é a lógica simples?
Hoje, eu me pergunto: Qual é a graça de sujar uma pessoa que você mal conhece? Mostrar para a comunidade que ele é um ser diferente, mas que ainda não é um dos nossos de fato? Qual é a graça de submeter outra pessoa a poses degradantes e de mau gosto? Só por que você já passou por isso uma vez; não precisa mais passar? O trote não é um momento de integração. Por que todo mundo não se pinta? Será que não existe uma colocação hierárquica desnecessária? O veterano ou a veterana são melhores do que todo mundo? Trote é realmente uma brincadeira?
Existem outros métodos de recepção que realmente acolhem e estimulam a amizade. O trote solidário, organizado pelo Diretório Central de Estudantes em conjunto com muitos Centros Acadêmicos, é uma delas. Mas cada curso; centro acadêmico tem a sua própria autonomia para fazer a sua recepção voltada inclusive para o próprio curso. Palestras, gincanas, visitas a lugares relacionados ao curso, doação de sangue. Muitos são os caminhos para receber as pessoas sem precisar humilhá-las e sei que do mesmo jeito que se utiliza a critividade para bolar trotes mais engenhosos; pode-se utilizar de uma maneira muito mais eficaz e produtiva.
Mas segue um texto que escrevi que ia sair no jornal do DCE-UnB, porém o jornal nunca chegou a sair do computador...
Recepção sem humilhação
Já é prática comum em muitas universidades do Brasil ao longo de cada semestre cada curso dar sua recepção às calouras e aos calouros. Alguns cursos adotam uma semana de atividades; aulas magnas; ações ecológicas. Alguns ainda optam pelo tradicionalismo do Trote sujo e/ou violento.
Veteranas e veteranos usam de argumentação que o trote é o momento de integração; que de fato é. Eu passei a me sentir mais integrado ao curso após passar pelo trote. Porém as pessoas se esquecem de pensar que antes do trote; há uma tensão no ar e um medo acerca do mesmo e das e dos veteranas (os) que só querem sacanear. Por isso, quando acaba o trote, o sentimento de alívio querendo ou não bate; pois agora não há mais aquela tensão do trote. Agora, sim não há barreiras para a interação.
Por isso, o trote representa um momento de coersão, pois quem é nova (o) na Universidade está morrendo de ansiedade de fazer amizades e muitas vezes pode se submeter às mais diversas coisas para conseguir se inserir no espaço. Sem contar que o medo da retaliação de não participar do trote existe e é real. Se o trote é o grande momento integrador do primeiro semestre, qual é a lógica simples?
Hoje, eu me pergunto: Qual é a graça de sujar uma pessoa que você mal conhece? Mostrar para a comunidade que ele é um ser diferente, mas que ainda não é um dos nossos de fato? Qual é a graça de submeter outra pessoa a poses degradantes e de mau gosto? Só por que você já passou por isso uma vez; não precisa mais passar? O trote não é um momento de integração. Por que todo mundo não se pinta? Será que não existe uma colocação hierárquica desnecessária? O veterano ou a veterana são melhores do que todo mundo? Trote é realmente uma brincadeira?
Existem outros métodos de recepção que realmente acolhem e estimulam a amizade. O trote solidário, organizado pelo Diretório Central de Estudantes em conjunto com muitos Centros Acadêmicos, é uma delas. Mas cada curso; centro acadêmico tem a sua própria autonomia para fazer a sua recepção voltada inclusive para o próprio curso. Palestras, gincanas, visitas a lugares relacionados ao curso, doação de sangue. Muitos são os caminhos para receber as pessoas sem precisar humilhá-las e sei que do mesmo jeito que se utiliza a critividade para bolar trotes mais engenhosos; pode-se utilizar de uma maneira muito mais eficaz e produtiva.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O REUNI e o processo de embelezamento da UnB
O programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais- REUNI começou no ano de 2007 através do decreto n° 6.096 durante o governo Lula. É um projeto que possui muitas metas e se for instalado de maneira equivocada pode não ser benéfico. Pois não adianta duplicar o número de vagas sem estruturar a Universidade como um todo. Não apenas cabe construir mais prédios, porém esses novos cursos precisam de um Projeto Político Pedagógico Institucional- PPPI bom e bem estruturado.
Bem, o REUNI está em processo de finalização e as Universidades estão correndo atrás do tempo para acabar as suas obras. Onde uma pode andar mais rápida do que a outra seja por particularidades contratuais ou por problema das empresas. Mas pelo visto os novos prédios da UnB (em todos os campi) devem estar concluídos até o final da atual gestão (Assim espero).
Um dos maiores problemas Reunescos que presenciei na UnB, foi ver cursos sendo abertos, sendo que o PPPI e a oferta de disciplinas não estavam prontos e mal haviam sido discutidas até internamente em seus departamentos para depois serem aprovadas em âmbitos maiores na hierarquia universitária. Tem curso que já está indo para seu quarto semestre e o PPPI ainda não foi aprovado na instância máxima da UnB que é o CONSUNI- Conselho Universitário.
O REUNI tem o propósito de democratização do acesso ao Ensino Superior ao expandir o seu número de vagas; agora que hei de entrar no assunto do meu texto: O que eu percebo é que com o aumento de pessoas ingressando na UnB, aumentou o número de pessoas bonitas também. Quando digo bonitas não me refiro apenas às mulheres, mas aos homens também. Isso é uma questão lógica e matemática: mais pessoas; mais pessoas bonitas.
Agora, o que é beleza? Beleza pode ter diversos significados para cada pessoa. Mas nesse texto, vou utilizar o padrão estético da sociedade atual: onde os homens têm que ser sarados e musculosos e as mulheres magras e gostosas.
O que eu percebi, é que entrou muita gente diferente e diversificada (Fico muito feliz com isso) na UnB nesses seis semestres que eu estudo nessa Instituição, todavia reparei também que tem entrado muita gente que segue a linha estética atual e que utiliza roupas da moda e de marca. Isso é reflexo, de que cada vez mais, a Universidade de Brasília tem se tornado elitista. Claro que há exceções por todos os lados. Mas o que eu quero dizer é que os cursos elitizados estão cada vez mais elitizados. Não tenho dados estatísticos e nem números absolutos que demonstram isso; esse texto é baseado em percepções que eu tive.
Percebo que não há a democratização de fato em muitos cursos da UnB. O que me alegra é que na UnB o REUNI tem afetado bastante os cursos noturnos, que geralmente são de licenciatura, pois muitos desses cursos são marginalizados pela elite devido ao fato de não darem futuro e nem dinheiro; é aí sim que pode haver uma democratização de fato.
Deixa-me muito feliz ver a UnB cada vez mais cheia; é muito belo andar pelos corredores e ver gente e vida; coisa que não se via em 2009. O Brasil precisa democratizar cada vez mais o acesso às IES públicas para que cheguemos a uma situação de plenitude ao acesso às Universidades Públicas. Precisamos dar passos para essa situação, a Argentina já possui outro método de seleção para as Universidades; Quem sabe o REUNI não é um desses passos...
Bem, o REUNI está em processo de finalização e as Universidades estão correndo atrás do tempo para acabar as suas obras. Onde uma pode andar mais rápida do que a outra seja por particularidades contratuais ou por problema das empresas. Mas pelo visto os novos prédios da UnB (em todos os campi) devem estar concluídos até o final da atual gestão (Assim espero).
Um dos maiores problemas Reunescos que presenciei na UnB, foi ver cursos sendo abertos, sendo que o PPPI e a oferta de disciplinas não estavam prontos e mal haviam sido discutidas até internamente em seus departamentos para depois serem aprovadas em âmbitos maiores na hierarquia universitária. Tem curso que já está indo para seu quarto semestre e o PPPI ainda não foi aprovado na instância máxima da UnB que é o CONSUNI- Conselho Universitário.
O REUNI tem o propósito de democratização do acesso ao Ensino Superior ao expandir o seu número de vagas; agora que hei de entrar no assunto do meu texto: O que eu percebo é que com o aumento de pessoas ingressando na UnB, aumentou o número de pessoas bonitas também. Quando digo bonitas não me refiro apenas às mulheres, mas aos homens também. Isso é uma questão lógica e matemática: mais pessoas; mais pessoas bonitas.
Agora, o que é beleza? Beleza pode ter diversos significados para cada pessoa. Mas nesse texto, vou utilizar o padrão estético da sociedade atual: onde os homens têm que ser sarados e musculosos e as mulheres magras e gostosas.
O que eu percebi, é que entrou muita gente diferente e diversificada (Fico muito feliz com isso) na UnB nesses seis semestres que eu estudo nessa Instituição, todavia reparei também que tem entrado muita gente que segue a linha estética atual e que utiliza roupas da moda e de marca. Isso é reflexo, de que cada vez mais, a Universidade de Brasília tem se tornado elitista. Claro que há exceções por todos os lados. Mas o que eu quero dizer é que os cursos elitizados estão cada vez mais elitizados. Não tenho dados estatísticos e nem números absolutos que demonstram isso; esse texto é baseado em percepções que eu tive.
Percebo que não há a democratização de fato em muitos cursos da UnB. O que me alegra é que na UnB o REUNI tem afetado bastante os cursos noturnos, que geralmente são de licenciatura, pois muitos desses cursos são marginalizados pela elite devido ao fato de não darem futuro e nem dinheiro; é aí sim que pode haver uma democratização de fato.
Deixa-me muito feliz ver a UnB cada vez mais cheia; é muito belo andar pelos corredores e ver gente e vida; coisa que não se via em 2009. O Brasil precisa democratizar cada vez mais o acesso às IES públicas para que cheguemos a uma situação de plenitude ao acesso às Universidades Públicas. Precisamos dar passos para essa situação, a Argentina já possui outro método de seleção para as Universidades; Quem sabe o REUNI não é um desses passos...
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Sexta-feira 13
Agora, que eu fui perceber que hoje é sexta-feira 13; acho que o meu dia correu tudo bem, pois não tive nenhum infortuno de sorte e não ouvi relatos de azar durante todo o dia; logo acho que o azar é psicológico, pois ele ocorrerá como dizia Murphy "Se tiver uma pequena chance de algo fracassar; isso ocorrerá" (Adptação livre de minha parte da fala de Murphy).
O assunto era para ser sobre sexta-feira, mas acho que já falei tudo sobre esse assunto; logo creio que falarei sobre uma coisa que me acometeu durante esse dia incomum...
Enfim, como muitos sabem, estou aplicando provas no Marista e reparando como o Marista não mudou muito desde que eu me formei do Ensino Médio. As pessoas se parecem demais; o estilo em voga sempre é seguido por lá e não tenham dúvidas que se não existisse uniforme por lá; a maioria das meninas estariam usando aquela saia acima da cintura com um cinto prendendo (o que eu escutei que acontece por demais no Ceub).
A moda representa um pensamento vigente e o modo de vida da sociedade atual, logo ela é válida, mas eu acho escroto essa supervalorização da magreza na sociedade; eu mesmo tenho alguns preconceitos com relação a isso; muitas vezes, vejo pessoas que não querem ter um relacionamento com um fulano X, pois o mesmo se encontra marginalizado e pode sofrer chacotas...
A sociedade é injusta e cabe a todos nós tentamos mudar um pouco isso.
O texto ficou confuso e incompleto; ou seja, ficou uma bosta; enfim; decidi deixá-lo, pois acho válido deixar registrado a minha confusão.
O assunto era para ser sobre sexta-feira, mas acho que já falei tudo sobre esse assunto; logo creio que falarei sobre uma coisa que me acometeu durante esse dia incomum...
Enfim, como muitos sabem, estou aplicando provas no Marista e reparando como o Marista não mudou muito desde que eu me formei do Ensino Médio. As pessoas se parecem demais; o estilo em voga sempre é seguido por lá e não tenham dúvidas que se não existisse uniforme por lá; a maioria das meninas estariam usando aquela saia acima da cintura com um cinto prendendo (o que eu escutei que acontece por demais no Ceub).
A moda representa um pensamento vigente e o modo de vida da sociedade atual, logo ela é válida, mas eu acho escroto essa supervalorização da magreza na sociedade; eu mesmo tenho alguns preconceitos com relação a isso; muitas vezes, vejo pessoas que não querem ter um relacionamento com um fulano X, pois o mesmo se encontra marginalizado e pode sofrer chacotas...
A sociedade é injusta e cabe a todos nós tentamos mudar um pouco isso.
O texto ficou confuso e incompleto; ou seja, ficou uma bosta; enfim; decidi deixá-lo, pois acho válido deixar registrado a minha confusão.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Falta de tempo
A faculdade, ainda por cima a UnB, extirpa uma grande parcela do meu tempo; inclusive o único horário que eu não estou naquele lugar em alguns dias é durante meia-noite e seis da manhã.
E de quebra entrei para a militância do Movimento Estudantil, estou concorrendo em uma chapa para o DCE e RD da UnB e isso consome ainda mais meu escasso tempo, pois temos reuniões diárias e passagem de salas e diversas atividades.
O que me fez reflitir acerca de um tema: a barba e o movimento estudantil... Pois os militantes estudantis possuem barbas volumosas que são relacionadas com o Socialismo e ao Comunismo; sim isso pode ser verdade; mas a observação que estava fazendo é que a barba ocorre devido à falta de tempo que temos para cuidar desde aspecto fisiológico nosso; eu mesmo estou com a barba enorme (o que não é lá grandes coisas) e estou sem tempo para fazê-la; sim eu poderia estar fazendo a mesma agora; porém a preguiça é maior e minha única vontade é de ir dormir; o que ocorrerá em breve...
Peço mais uma vez desculpas pela a falta de zelo e comprometimento para com esse blog (por mais que eu saiba que essa justificativa é mais para mim mesmo do que para os meus poucos leitores)...
Enfim, fui...
E de quebra entrei para a militância do Movimento Estudantil, estou concorrendo em uma chapa para o DCE e RD da UnB e isso consome ainda mais meu escasso tempo, pois temos reuniões diárias e passagem de salas e diversas atividades.
O que me fez reflitir acerca de um tema: a barba e o movimento estudantil... Pois os militantes estudantis possuem barbas volumosas que são relacionadas com o Socialismo e ao Comunismo; sim isso pode ser verdade; mas a observação que estava fazendo é que a barba ocorre devido à falta de tempo que temos para cuidar desde aspecto fisiológico nosso; eu mesmo estou com a barba enorme (o que não é lá grandes coisas) e estou sem tempo para fazê-la; sim eu poderia estar fazendo a mesma agora; porém a preguiça é maior e minha única vontade é de ir dormir; o que ocorrerá em breve...
Peço mais uma vez desculpas pela a falta de zelo e comprometimento para com esse blog (por mais que eu saiba que essa justificativa é mais para mim mesmo do que para os meus poucos leitores)...
Enfim, fui...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Texto para uma pessoa especial
Este texto dedico para uma pessoa que entrou na vida faz pouco tempo e tem conquistado minha adimiração e carinho com certa rapidez e ferocidade...
Pois essa pessoa é deveras especial e importante por tudo o que eu tenho passado e vivido recentemente...
Essa pessoa tem sido o meu anjo da guarda e cofidente faz poquíssimo tempo; ela já é especial por não gostar dessa bandas coloridas (acho eu que ela não gosta mesmo).
Enfim, nós não temos nada a ver um com o outro; somos muito diferentes, mas nós completamos (isso ficou meio gay, mas que se foda)...
Enfim, eu te amo meu hamster que acabei de comprar!!!!!!!
P.S: Achou que era para você, né, Rafa?
rsrsrsrs... Até no meu blog eu te sacaneio...
Pois essa pessoa é deveras especial e importante por tudo o que eu tenho passado e vivido recentemente...
Essa pessoa tem sido o meu anjo da guarda e cofidente faz poquíssimo tempo; ela já é especial por não gostar dessa bandas coloridas (acho eu que ela não gosta mesmo).
Enfim, nós não temos nada a ver um com o outro; somos muito diferentes, mas nós completamos (isso ficou meio gay, mas que se foda)...
Enfim, eu te amo meu hamster que acabei de comprar!!!!!!!
P.S: Achou que era para você, né, Rafa?
rsrsrsrs... Até no meu blog eu te sacaneio...
Teste
Fazia tempo que eu não escrevia nada por aqui...
Estive em um processo de falta de criatividade para escrever e para tentar voltar aos trilhos, vou fazer um exercício (não sei se ele já existe, mas vou fazer mesmo assim) de escrita aonde vou escrever tudo e qualquer coisa que vinher a minha cabeça sem parar para pensar sobre isso, sem me importar com os possíveis erros de português e concordância.
Enfim, este exercíco é ótimo, pois pode-se passar horas escrevendo sem parar e disso pode sair algo muito útil ou algo que deveria ser descatardo sem dó; porém o importante é não parar para pensar e se parar não pensa e nem revise o texto, pis isso seria uma traição ao exercício é como se fosse no teatro aonde você tem que fazer/representar um personagem sem parar e sem pensar nas suas ações para que o mesmo fique orgânico e que você posso se identificar melhor com o mesmo também; por falar em teatro, sinto uma leve saudade de atuar, pois o meu grupo está a sofrer um hiatus period (cacete saíram até palavras em inglês) cacete qual é o meu problema.
Vou mudar de parágrafo, pois cansei de falar sobre isso, porém não faço a menor ideia sobre o que escrever agora, porém o exercício meio que me obriga a continuar a escrever sem parar e isso me torna meio louco psicótico que fica teclando feito um cara que não possui vida social e passa o dia inteiro na frente de uma tela de computador; por falar nisso é impressionante como a vida das pessoas tem se ressumido a ficar mais tempo a frente do PC ao invés de interagir com outrens tete-a-tete...
Ow; precisei interromper o meu exercício, pois está passando no Programa do Jô a campeã sulamericana de Pole Dance e ela está mostrando seus dotes neste exato momento e a música é muito foda por sinal (é a música tema de algum dos filmes do "Dênis, o pimentinha") isso me lembra que eu me divertia horrores assistindo a esses tipos de filme quando era garoto; recordo-me uma vez que meu pai estava na cidade e nós vimos um dos "Dênis" da vida e tívemos um ótimo momento juntos; enfim...
Acho que posso finalizar este exercício por agora, pois cansei de praticar de certa forma.
Estive em um processo de falta de criatividade para escrever e para tentar voltar aos trilhos, vou fazer um exercício (não sei se ele já existe, mas vou fazer mesmo assim) de escrita aonde vou escrever tudo e qualquer coisa que vinher a minha cabeça sem parar para pensar sobre isso, sem me importar com os possíveis erros de português e concordância.
Enfim, este exercíco é ótimo, pois pode-se passar horas escrevendo sem parar e disso pode sair algo muito útil ou algo que deveria ser descatardo sem dó; porém o importante é não parar para pensar e se parar não pensa e nem revise o texto, pis isso seria uma traição ao exercício é como se fosse no teatro aonde você tem que fazer/representar um personagem sem parar e sem pensar nas suas ações para que o mesmo fique orgânico e que você posso se identificar melhor com o mesmo também; por falar em teatro, sinto uma leve saudade de atuar, pois o meu grupo está a sofrer um hiatus period (cacete saíram até palavras em inglês) cacete qual é o meu problema.
Vou mudar de parágrafo, pois cansei de falar sobre isso, porém não faço a menor ideia sobre o que escrever agora, porém o exercício meio que me obriga a continuar a escrever sem parar e isso me torna meio louco psicótico que fica teclando feito um cara que não possui vida social e passa o dia inteiro na frente de uma tela de computador; por falar nisso é impressionante como a vida das pessoas tem se ressumido a ficar mais tempo a frente do PC ao invés de interagir com outrens tete-a-tete...
Ow; precisei interromper o meu exercício, pois está passando no Programa do Jô a campeã sulamericana de Pole Dance e ela está mostrando seus dotes neste exato momento e a música é muito foda por sinal (é a música tema de algum dos filmes do "Dênis, o pimentinha") isso me lembra que eu me divertia horrores assistindo a esses tipos de filme quando era garoto; recordo-me uma vez que meu pai estava na cidade e nós vimos um dos "Dênis" da vida e tívemos um ótimo momento juntos; enfim...
Acho que posso finalizar este exercício por agora, pois cansei de praticar de certa forma.
sábado, 24 de abril de 2010
Metáfora
Acabei de voltar do show do Gilberto Gil e uma música que foi tocada lá; tocou-me de um jeito especial; especialmente pelo jogo de palavras que ele usa... Eis a tal música.
Uma lata existe para conter algo,
Mas quando o poeta diz lata
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo,
Mas quando o poeta diz meta
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudo-nada cabe,
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta,
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
Uma lata existe para conter algo,
Mas quando o poeta diz lata
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo,
Mas quando o poeta diz meta
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudo-nada cabe,
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta,
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
terça-feira, 2 de março de 2010
Imaginário de uma bêbado
Primeira vez que escrevei em um estado levemente embriagodo (desculpe-me pelos erros de português)...
Vamos ver que tipo de coisa pode sair disso...
Sempre dizem que os artistas que usavam drogas para compor/criar suas obras, pois é... Mas acabo de perceber que o álccol não é a melhor das drogas lícitas ou ilícitas para escrever algo, pois estou cometendo diversos erros de todos os tipos; logo acho que ele não é uma das melhores opições para expandir a mente e criar coisas criativas (só para avisar que não perderei tempo olhando este novamente hoje para ver se há algum erro drástico).
O pior é que não tenho a menor ideia do que escrever, pois estou sem assunto há bastante tempo (acho que a falta de assunto está me perseguindo desde que eu saí do Ensino Médio...
Bom,não faço a menor ideia do que estava falando anteriormente; estou apenas coneferindo os possíveis erros de concondância e de português que podem haver durante este pseudo-ensaio cultural de um desvairo completamente ilógico e irracional oriundo de umser completamente fora do seu eu mesmo do dia-a-dia...
Depois de passar duas horas sem tocar neste texto; estou nem um pouco a fim de escrever algo produtivo; então foda-se; irei lançá-lo deste jeito mesmo...
Vamos ver que tipo de coisa pode sair disso...
Sempre dizem que os artistas que usavam drogas para compor/criar suas obras, pois é... Mas acabo de perceber que o álccol não é a melhor das drogas lícitas ou ilícitas para escrever algo, pois estou cometendo diversos erros de todos os tipos; logo acho que ele não é uma das melhores opições para expandir a mente e criar coisas criativas (só para avisar que não perderei tempo olhando este novamente hoje para ver se há algum erro drástico).
O pior é que não tenho a menor ideia do que escrever, pois estou sem assunto há bastante tempo (acho que a falta de assunto está me perseguindo desde que eu saí do Ensino Médio...
Bom,não faço a menor ideia do que estava falando anteriormente; estou apenas coneferindo os possíveis erros de concondância e de português que podem haver durante este pseudo-ensaio cultural de um desvairo completamente ilógico e irracional oriundo de umser completamente fora do seu eu mesmo do dia-a-dia...
Depois de passar duas horas sem tocar neste texto; estou nem um pouco a fim de escrever algo produtivo; então foda-se; irei lançá-lo deste jeito mesmo...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Cuidados na sua profissão
Ano novo; textos novos e uma viagem de dezoito horas dentro de um busão me ajudaram a pensar neste texto... Este texto é estranho e não sei por que demônios pensei sobre este assunto e muito menos por que quis postá-lo; enfim vamos ao tal...
Bom, meu nome é Dedono Rego, sou proctologista há mais de dez anos. Obviamente, este não é o meu verdadeiro nome, mas é uma espécie de "nome artístico".
Além de fazer o maldito exame de toque; sou presidente e fundador da Associação Nacional dos Urologistas de Sergipe- ou seja- eu tomo conta da ANUS.
Confesso que esta área nunca me atraiu na época de faculdade, assim como grande parte dos estudantes de Medicina do Sergipe. Tanto é, que eu e os meus colegas de curso fizemos uma aposta para ver quantas pessoas iriam para essa área escrota da medicina. O bolão renderia mais de dez mil Reais (dava para montar uma clínica naquela época). Na hora de fazer a minha aposta, parei para pensar quantos poderiam ir para aquela área; eis que me lembro do viadinho da turma (não sou homofóbico, nem contra os gays) e acreditei piamente que ele iria seguir este rumo, logo apostei que apenas uma pessoa faria isso.
O resto vocês já podem imaginar; a grana era alta e eu tinha grandes chances de ganhar, porém teria que sacrificar um futuro brilhante na neurologia. Enfim, ganhei a aposta (ninguém tinha especificado que as pessoas participantes do bolão não poderiam estar envolvidas). Eu falhei tão grotescamente na minha avaliação sobre o "viadinho" que hoje em dia ele é um dos melhores ginecologistas do Estado, mas eu também não fico atrás, não. Sou o melhor da área que atuo e muitos pacientes afirmam que o meu exame não dói...
Baboseiras a perte, vou contar uma história que aconteceu com um colega de profissão meu...
Tá bem, aconteceu comigo mesmo... Estava eu pronto para começar "o" exame e eis que minha esposa (eu fui casado com este ser, mas depois nos separamos por motivos óbvios) me liga e diz que estourou a conta dos três cartões de crédito. Ela me deu essa bela notícia e desligou imediatamente. Eu fiquei tão nervoso que comecei o exame no paciente e nem vi que dedo eu tinha posto. Quando eu retiro o dedo, após uma leve reclamação de dor oriunda do paciente, percebo que estava sem luvas e constatei aterrorizado que a minha aliança não estava mais no meu dedo. Imediatemente, coloquei uma luva e pedi desculpas ao paciente, pois eu não tinha conseguido realizar o exame e que teria que fazê-lo novamente. Então, consegui tirar o anel e o paciente nem percebeu (ainda bem que era a primeira vez do cara e muito provavelmente deve ter sido a última). Este dia foi uma merda escrota! Melhor dizendo um cu escroto...
Bom, meu nome é Dedono Rego, sou proctologista há mais de dez anos. Obviamente, este não é o meu verdadeiro nome, mas é uma espécie de "nome artístico".
Além de fazer o maldito exame de toque; sou presidente e fundador da Associação Nacional dos Urologistas de Sergipe- ou seja- eu tomo conta da ANUS.
Confesso que esta área nunca me atraiu na época de faculdade, assim como grande parte dos estudantes de Medicina do Sergipe. Tanto é, que eu e os meus colegas de curso fizemos uma aposta para ver quantas pessoas iriam para essa área escrota da medicina. O bolão renderia mais de dez mil Reais (dava para montar uma clínica naquela época). Na hora de fazer a minha aposta, parei para pensar quantos poderiam ir para aquela área; eis que me lembro do viadinho da turma (não sou homofóbico, nem contra os gays) e acreditei piamente que ele iria seguir este rumo, logo apostei que apenas uma pessoa faria isso.
O resto vocês já podem imaginar; a grana era alta e eu tinha grandes chances de ganhar, porém teria que sacrificar um futuro brilhante na neurologia. Enfim, ganhei a aposta (ninguém tinha especificado que as pessoas participantes do bolão não poderiam estar envolvidas). Eu falhei tão grotescamente na minha avaliação sobre o "viadinho" que hoje em dia ele é um dos melhores ginecologistas do Estado, mas eu também não fico atrás, não. Sou o melhor da área que atuo e muitos pacientes afirmam que o meu exame não dói...
Baboseiras a perte, vou contar uma história que aconteceu com um colega de profissão meu...
Tá bem, aconteceu comigo mesmo... Estava eu pronto para começar "o" exame e eis que minha esposa (eu fui casado com este ser, mas depois nos separamos por motivos óbvios) me liga e diz que estourou a conta dos três cartões de crédito. Ela me deu essa bela notícia e desligou imediatamente. Eu fiquei tão nervoso que comecei o exame no paciente e nem vi que dedo eu tinha posto. Quando eu retiro o dedo, após uma leve reclamação de dor oriunda do paciente, percebo que estava sem luvas e constatei aterrorizado que a minha aliança não estava mais no meu dedo. Imediatemente, coloquei uma luva e pedi desculpas ao paciente, pois eu não tinha conseguido realizar o exame e que teria que fazê-lo novamente. Então, consegui tirar o anel e o paciente nem percebeu (ainda bem que era a primeira vez do cara e muito provavelmente deve ter sido a última). Este dia foi uma merda escrota! Melhor dizendo um cu escroto...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Possível último texto do ano...
Bom, o ano de 2009 passou voando ao meu ver e foi bem aproveitado também...
Nada melhor do que finalizar este ano que está a findar com uma viagem para descontrair e descansar deste árduo semestre de faculdade.
Enfim, Sábado fui ao último show do Móveis do ano de 2009 e confesso que achei este um dos melhores que já fui; poucas pessoas foram e o show ganhou um cárater mais intimista e eles tocaram na plateia mais de uma vez, sem contar que altas vezes eles improvisavam e pediam a maior participação do pessoal.
O público era tranquilo, não tinha aqueles que sempre vão por causa da rodinha Punk e não por causa da música...
É melhor parar de escrever, pois preciso ir descansar terei um dia inteiro de viagem de carro.
Viva 2009
Que venha 2010
Que o Arruda saía
Que o voto faça a diferença
Esteja à margem da margem de erro
Não deixe o próximo período de 365 dias
Limitar-se ao infinito como uma reles exponencial
Nada melhor do que finalizar este ano que está a findar com uma viagem para descontrair e descansar deste árduo semestre de faculdade.
Enfim, Sábado fui ao último show do Móveis do ano de 2009 e confesso que achei este um dos melhores que já fui; poucas pessoas foram e o show ganhou um cárater mais intimista e eles tocaram na plateia mais de uma vez, sem contar que altas vezes eles improvisavam e pediam a maior participação do pessoal.
O público era tranquilo, não tinha aqueles que sempre vão por causa da rodinha Punk e não por causa da música...
É melhor parar de escrever, pois preciso ir descansar terei um dia inteiro de viagem de carro.
Viva 2009
Que venha 2010
Que o Arruda saía
Que o voto faça a diferença
Esteja à margem da margem de erro
Não deixe o próximo período de 365 dias
Limitar-se ao infinito como uma reles exponencial
domingo, 8 de novembro de 2009
Eu sei do que gosto
O gosto existe e difere através das pessoas e sabemos do que gostamos e gostamos do que sabemos também, pois o desconhecido assusta e amedronta os seres humanos. É raro uma pessoa gostar de uma coisa que viu pela primeira vez; tanto é que não acredito em amor à primeira vista, pois ao avistar alguém você pensa que gostou da pessoa, mas apenas a achou bonita; muitas vezes por ventura, esse sentimento inicial pode vir a ser uma paixão, mas não é algo que faria você fazer loucuras estapafúrdias para alcançar algo desconhecido logo de cara.
Existem tópicos que nunca deveríamos discutir, pois tem total relação com gostos, pois cada um tem o seu e ninguém pode contestar. Música, religião, política, futebol e afins devem ser discutidos, mas- em nenhum momento- deve-se tentar convencer a outra pessoa a mudar o seu gosto, pois é bem difícil.
Será que temos consciência de tudo que gostamos? Será que gostamos de tudo que temos consciência? A resposta é sim para ambas as perguntas... Pois se você gosta d’algo; este algo é de seu conhecimento e vice-versa, logo a recíproca é verdadeira.
Existem tópicos que nunca deveríamos discutir, pois tem total relação com gostos, pois cada um tem o seu e ninguém pode contestar. Música, religião, política, futebol e afins devem ser discutidos, mas- em nenhum momento- deve-se tentar convencer a outra pessoa a mudar o seu gosto, pois é bem difícil.
Será que temos consciência de tudo que gostamos? Será que gostamos de tudo que temos consciência? A resposta é sim para ambas as perguntas... Pois se você gosta d’algo; este algo é de seu conhecimento e vice-versa, logo a recíproca é verdadeira.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia de finados
Pois é!!! Feriadão... Que coisa boa, né?
Muitos nem lembram o motivo deste feriado existir (não estou recriminando ninguém), mas devemos respeitar a paz de espírito que alguns tentam ter; afinal, uma perda é um baque incalculável e muitas vezes ninguém espera.
Morrer não deve ser bom, mas o que "te consola" é que ao menos duas vezes por ano terá uma visita. A não ser, que você tenha morrido no dia 2 de Novembro (uma puta ironia do destino morrer no dia dos mortos).
A morte é a certeza da vida; estamos fadados a isso! Não adianta ficar evitando tocar neste assunto; não adianta não pensar nela; não adianta ficar preocupado; não adianta fazer alguma coisa para mudar o que está selado.
Viva a vida da maneira que achar conveniente, faça coisas sem se arrepender, não se arrependa de não ter feita outras coisas... Enfim, para aqueles que continuam neste mundo louco, sigam na estrada, mas não dirija caso venha a ingerir bebidas alcoolizadas...
Muitos nem lembram o motivo deste feriado existir (não estou recriminando ninguém), mas devemos respeitar a paz de espírito que alguns tentam ter; afinal, uma perda é um baque incalculável e muitas vezes ninguém espera.
Morrer não deve ser bom, mas o que "te consola" é que ao menos duas vezes por ano terá uma visita. A não ser, que você tenha morrido no dia 2 de Novembro (uma puta ironia do destino morrer no dia dos mortos).
A morte é a certeza da vida; estamos fadados a isso! Não adianta ficar evitando tocar neste assunto; não adianta não pensar nela; não adianta ficar preocupado; não adianta fazer alguma coisa para mudar o que está selado.
Viva a vida da maneira que achar conveniente, faça coisas sem se arrepender, não se arrependa de não ter feita outras coisas... Enfim, para aqueles que continuam neste mundo louco, sigam na estrada, mas não dirija caso venha a ingerir bebidas alcoolizadas...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Espetáculo da certeza
1, 2, 3 testando...
1, 2, 3 áudio...
Som, som, som...
Ei, você aí da cabine pode me ouvir?
Responda se sim apagando e acendendo a luz!
Muito melhor agora...
Um show, não interessa de quê. Mentira, interessa. Está prestes a começar e todos se preparam para a entrada do público ansioso para o começo e para o grande final que dizem ser deveras triste. Este espetáculo nunca antes visto pode tomar qualquer rumo, pode dar certo, errado, nem feder, nem cheirar bem; pode ser um fiasco ou sucesso absoluto que renderia mais do que apenas notas de rodapé de jornais.
Ninguém sabe ao certo quantas pessoas participarão, pois depende unicamente e exclusivamente do andamento do mesmo, assim como o tempo de duração; ninguém sabe precisar, pois dependerá do andar da carruagem. Não se sabe se é um show ou uma peça de teatro ou um musical; alguns estão lá por acaso ou por que são parte fundamental para o andar da carruagem.
O final todos sabem, mas não sabem como ele se dará. Haverá uma morte ou até mais de uma para poder encerrar o ciclo e para que outras apresentações tomem lugar também, pois a vida é um ciclo que pode nem começar, mas findará certamente. E o cara da cabine pode ser até Deus!
1, 2, 3 áudio...
Som, som, som...
Ei, você aí da cabine pode me ouvir?
Responda se sim apagando e acendendo a luz!
Muito melhor agora...
Um show, não interessa de quê. Mentira, interessa. Está prestes a começar e todos se preparam para a entrada do público ansioso para o começo e para o grande final que dizem ser deveras triste. Este espetáculo nunca antes visto pode tomar qualquer rumo, pode dar certo, errado, nem feder, nem cheirar bem; pode ser um fiasco ou sucesso absoluto que renderia mais do que apenas notas de rodapé de jornais.
Ninguém sabe ao certo quantas pessoas participarão, pois depende unicamente e exclusivamente do andamento do mesmo, assim como o tempo de duração; ninguém sabe precisar, pois dependerá do andar da carruagem. Não se sabe se é um show ou uma peça de teatro ou um musical; alguns estão lá por acaso ou por que são parte fundamental para o andar da carruagem.
O final todos sabem, mas não sabem como ele se dará. Haverá uma morte ou até mais de uma para poder encerrar o ciclo e para que outras apresentações tomem lugar também, pois a vida é um ciclo que pode nem começar, mas findará certamente. E o cara da cabine pode ser até Deus!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Dúvidas e mais dúvidas
Peço desculpas aos meus poucos leitores pela minha ausência completa deste blog...
É que- atualmente- eu não estou tendo tempo livre para me dedicar a escerever textos.
Procurei por algo aproveitável aqui no PC, mas não achei nada de útil e postável... Para minha sorte ou a de vocês encontrei algo em um caderno de alguma matéria perdida no espaço temporal vetorial das Ciências Exatas Quantizadas... Este poema retrata uma coisa que estava acontecendo comigo há um tempinho atrás
Gasto tempo pensando
Até "sonetos" já escrevi...
Já te comparei com vidas passadas
Interrogações surgem
Dubialidade impera
No reino de caos que é o Homem.
Shakespeare conhecia o amor
Ao menos, em seus livros
Newton, provavelmente, não
Mas ambos são idiotas!!!
Ambos mortos e enterrados
Suas obras perpetuaram
Minhas dúvidas também
Não sei Física e muito menos de casos pueris entre amores impossíveis
É que- atualmente- eu não estou tendo tempo livre para me dedicar a escerever textos.
Procurei por algo aproveitável aqui no PC, mas não achei nada de útil e postável... Para minha sorte ou a de vocês encontrei algo em um caderno de alguma matéria perdida no espaço temporal vetorial das Ciências Exatas Quantizadas... Este poema retrata uma coisa que estava acontecendo comigo há um tempinho atrás
Gasto tempo pensando
Até "sonetos" já escrevi...
Já te comparei com vidas passadas
Interrogações surgem
Dubialidade impera
No reino de caos que é o Homem.
Shakespeare conhecia o amor
Ao menos, em seus livros
Newton, provavelmente, não
Mas ambos são idiotas!!!
Ambos mortos e enterrados
Suas obras perpetuaram
Minhas dúvidas também
Não sei Física e muito menos de casos pueris entre amores impossíveis
sábado, 8 de agosto de 2009
O que vende mais? Playboys ou Filmes nacionais?
A fama, em geral, pode ser bem bacana: ser reconhecido na rua, tirarem fotos com você, falarem que você é foda. Sim, isto é muito legal, entrementes há diversos tipos de celebridades: os famosos miojo (instantâneos) e os que são famosos pelo simples fato de serem bons no que fazem (não estou desmerecendo o fato de aparecer em um Big Brother da vida e posar nua em uma revista masculina. Mentira, estou sim.). Por exemplo, a Fernanda Montenegro; ela não precisa trocar de marido a cada semana para aparecer na mídia, ela não precisa fazer reconstrução do hímen para satisfazer o maridão e de quebra aparecer no superpop! Então, por que diabos esta pessoa é famosa? Pelo “simples” fato de quase ter ganhado um Oscar de melhor atriz, isso é um feito histórico para o cinema nacional.
Aquela atriz que ganhou o festival de Cannes como melhor atriz no filme “Linha de Passe” mereceu este Prêmio, mas tinham personagens melhores naquele enredo; qualquer um dos filhos dela merecia o devido respeito da crítica especializada. Sabe de uma coisa interessante e talvez até irônica? Quem é o diretor e um dos atores de Central do Brasil e Linha de Passe? Walter Salles é a resposta, assim como Vinícius de Oliveira- sim, o menino que vê sua mãe ser atropelada no filme “Central do Brasil”- adivinhem as categorias que estes dois filmes concorreram? Melhor filme e melhor atriz, entretanto foram em festivais diferentes.
O que me faz pensar em uma coisa, será que os filmes brasileiros “bons para estrangeiros verem” são aqueles que apenas retratam a nossa pobreza e histórias de batalha na vida? Será que nunca deixaremos de fazer aquilo de Guimarães Rosa já fazia no Regionalismo Moderno, assim como Glaúber Rocha fez no Cinema Novo?
Somos um povo criativo, mas parece que só podemos fazer isso, ou aquelas comédias- ora românticas- com artistas globais. Eu acho trágico que pessoas se surpreendam com o filme “Cidade de Deus”, muitas das coisas que lá estão passam no Jornal Nacional em horário Nobre! Chegamos a um ponto que a violência e a pobreza são banais na TV ou nos jornais; isso também está acontecendo no cinema nacional e internacional até (Quem quer ser um milionário está aí para provar que mostrar pobreza vende).
Acabei fugindo um pouco do tema fama, mas creio que este texto ia parecer uma coluna de fofocas, logo foi apenas uma faísca para o resto do texto...
Aquela atriz que ganhou o festival de Cannes como melhor atriz no filme “Linha de Passe” mereceu este Prêmio, mas tinham personagens melhores naquele enredo; qualquer um dos filhos dela merecia o devido respeito da crítica especializada. Sabe de uma coisa interessante e talvez até irônica? Quem é o diretor e um dos atores de Central do Brasil e Linha de Passe? Walter Salles é a resposta, assim como Vinícius de Oliveira- sim, o menino que vê sua mãe ser atropelada no filme “Central do Brasil”- adivinhem as categorias que estes dois filmes concorreram? Melhor filme e melhor atriz, entretanto foram em festivais diferentes.
O que me faz pensar em uma coisa, será que os filmes brasileiros “bons para estrangeiros verem” são aqueles que apenas retratam a nossa pobreza e histórias de batalha na vida? Será que nunca deixaremos de fazer aquilo de Guimarães Rosa já fazia no Regionalismo Moderno, assim como Glaúber Rocha fez no Cinema Novo?
Somos um povo criativo, mas parece que só podemos fazer isso, ou aquelas comédias- ora românticas- com artistas globais. Eu acho trágico que pessoas se surpreendam com o filme “Cidade de Deus”, muitas das coisas que lá estão passam no Jornal Nacional em horário Nobre! Chegamos a um ponto que a violência e a pobreza são banais na TV ou nos jornais; isso também está acontecendo no cinema nacional e internacional até (Quem quer ser um milionário está aí para provar que mostrar pobreza vende).
Acabei fugindo um pouco do tema fama, mas creio que este texto ia parecer uma coluna de fofocas, logo foi apenas uma faísca para o resto do texto...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Niilismo por acaso
Podre, oco, subversivo
Vamos quebrá-los
Como se faz com os ídolos
Reacionários putréficos
Limpeza do Sistema
Revolução é o caralho!
Foda-se o caos!
Dane-se o dinheiro!
Deitar-nos-emos em silêncio
Seres minúsculos
Tornar-nos-ão podres
Onde findaremos como
Organismos no real sentido,
De seu termo.
Vamos quebrá-los
Como se faz com os ídolos
Reacionários putréficos
Limpeza do Sistema
Revolução é o caralho!
Foda-se o caos!
Dane-se o dinheiro!
Deitar-nos-emos em silêncio
Seres minúsculos
Tornar-nos-ão podres
Onde findaremos como
Organismos no real sentido,
De seu termo.
sábado, 25 de julho de 2009
Na Estrada Novamente
Estou à procura.
Não de um cálice sagrado,
Mas de uma cura.
Talvez, eu seja um malogrado
Que nunca há de achar
O tão almejado par...
Busca infindável...
Mas alcançável.
Escrever não me fará achar-te.
Quando te ver pela primeira vez,
Espero não ser em um encarte,
Pois não quero um revés
De ver e não ser visto de novo.
Não de um cálice sagrado,
Mas de uma cura.
Talvez, eu seja um malogrado
Que nunca há de achar
O tão almejado par...
Busca infindável...
Mas alcançável.
Escrever não me fará achar-te.
Quando te ver pela primeira vez,
Espero não ser em um encarte,
Pois não quero um revés
De ver e não ser visto de novo.
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