O gosto existe e difere através das pessoas e sabemos do que gostamos e gostamos do que sabemos também, pois o desconhecido assusta e amedronta os seres humanos. É raro uma pessoa gostar de uma coisa que viu pela primeira vez; tanto é que não acredito em amor à primeira vista, pois ao avistar alguém você pensa que gostou da pessoa, mas apenas a achou bonita; muitas vezes por ventura, esse sentimento inicial pode vir a ser uma paixão, mas não é algo que faria você fazer loucuras estapafúrdias para alcançar algo desconhecido logo de cara.
Existem tópicos que nunca deveríamos discutir, pois tem total relação com gostos, pois cada um tem o seu e ninguém pode contestar. Música, religião, política, futebol e afins devem ser discutidos, mas- em nenhum momento- deve-se tentar convencer a outra pessoa a mudar o seu gosto, pois é bem difícil.
Será que temos consciência de tudo que gostamos? Será que gostamos de tudo que temos consciência? A resposta é sim para ambas as perguntas... Pois se você gosta d’algo; este algo é de seu conhecimento e vice-versa, logo a recíproca é verdadeira.
domingo, 8 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia de finados
Pois é!!! Feriadão... Que coisa boa, né?
Muitos nem lembram o motivo deste feriado existir (não estou recriminando ninguém), mas devemos respeitar a paz de espírito que alguns tentam ter; afinal, uma perda é um baque incalculável e muitas vezes ninguém espera.
Morrer não deve ser bom, mas o que "te consola" é que ao menos duas vezes por ano terá uma visita. A não ser, que você tenha morrido no dia 2 de Novembro (uma puta ironia do destino morrer no dia dos mortos).
A morte é a certeza da vida; estamos fadados a isso! Não adianta ficar evitando tocar neste assunto; não adianta não pensar nela; não adianta ficar preocupado; não adianta fazer alguma coisa para mudar o que está selado.
Viva a vida da maneira que achar conveniente, faça coisas sem se arrepender, não se arrependa de não ter feita outras coisas... Enfim, para aqueles que continuam neste mundo louco, sigam na estrada, mas não dirija caso venha a ingerir bebidas alcoolizadas...
Muitos nem lembram o motivo deste feriado existir (não estou recriminando ninguém), mas devemos respeitar a paz de espírito que alguns tentam ter; afinal, uma perda é um baque incalculável e muitas vezes ninguém espera.
Morrer não deve ser bom, mas o que "te consola" é que ao menos duas vezes por ano terá uma visita. A não ser, que você tenha morrido no dia 2 de Novembro (uma puta ironia do destino morrer no dia dos mortos).
A morte é a certeza da vida; estamos fadados a isso! Não adianta ficar evitando tocar neste assunto; não adianta não pensar nela; não adianta ficar preocupado; não adianta fazer alguma coisa para mudar o que está selado.
Viva a vida da maneira que achar conveniente, faça coisas sem se arrepender, não se arrependa de não ter feita outras coisas... Enfim, para aqueles que continuam neste mundo louco, sigam na estrada, mas não dirija caso venha a ingerir bebidas alcoolizadas...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Espetáculo da certeza
1, 2, 3 testando...
1, 2, 3 áudio...
Som, som, som...
Ei, você aí da cabine pode me ouvir?
Responda se sim apagando e acendendo a luz!
Muito melhor agora...
Um show, não interessa de quê. Mentira, interessa. Está prestes a começar e todos se preparam para a entrada do público ansioso para o começo e para o grande final que dizem ser deveras triste. Este espetáculo nunca antes visto pode tomar qualquer rumo, pode dar certo, errado, nem feder, nem cheirar bem; pode ser um fiasco ou sucesso absoluto que renderia mais do que apenas notas de rodapé de jornais.
Ninguém sabe ao certo quantas pessoas participarão, pois depende unicamente e exclusivamente do andamento do mesmo, assim como o tempo de duração; ninguém sabe precisar, pois dependerá do andar da carruagem. Não se sabe se é um show ou uma peça de teatro ou um musical; alguns estão lá por acaso ou por que são parte fundamental para o andar da carruagem.
O final todos sabem, mas não sabem como ele se dará. Haverá uma morte ou até mais de uma para poder encerrar o ciclo e para que outras apresentações tomem lugar também, pois a vida é um ciclo que pode nem começar, mas findará certamente. E o cara da cabine pode ser até Deus!
1, 2, 3 áudio...
Som, som, som...
Ei, você aí da cabine pode me ouvir?
Responda se sim apagando e acendendo a luz!
Muito melhor agora...
Um show, não interessa de quê. Mentira, interessa. Está prestes a começar e todos se preparam para a entrada do público ansioso para o começo e para o grande final que dizem ser deveras triste. Este espetáculo nunca antes visto pode tomar qualquer rumo, pode dar certo, errado, nem feder, nem cheirar bem; pode ser um fiasco ou sucesso absoluto que renderia mais do que apenas notas de rodapé de jornais.
Ninguém sabe ao certo quantas pessoas participarão, pois depende unicamente e exclusivamente do andamento do mesmo, assim como o tempo de duração; ninguém sabe precisar, pois dependerá do andar da carruagem. Não se sabe se é um show ou uma peça de teatro ou um musical; alguns estão lá por acaso ou por que são parte fundamental para o andar da carruagem.
O final todos sabem, mas não sabem como ele se dará. Haverá uma morte ou até mais de uma para poder encerrar o ciclo e para que outras apresentações tomem lugar também, pois a vida é um ciclo que pode nem começar, mas findará certamente. E o cara da cabine pode ser até Deus!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Dúvidas e mais dúvidas
Peço desculpas aos meus poucos leitores pela minha ausência completa deste blog...
É que- atualmente- eu não estou tendo tempo livre para me dedicar a escerever textos.
Procurei por algo aproveitável aqui no PC, mas não achei nada de útil e postável... Para minha sorte ou a de vocês encontrei algo em um caderno de alguma matéria perdida no espaço temporal vetorial das Ciências Exatas Quantizadas... Este poema retrata uma coisa que estava acontecendo comigo há um tempinho atrás
Gasto tempo pensando
Até "sonetos" já escrevi...
Já te comparei com vidas passadas
Interrogações surgem
Dubialidade impera
No reino de caos que é o Homem.
Shakespeare conhecia o amor
Ao menos, em seus livros
Newton, provavelmente, não
Mas ambos são idiotas!!!
Ambos mortos e enterrados
Suas obras perpetuaram
Minhas dúvidas também
Não sei Física e muito menos de casos pueris entre amores impossíveis
É que- atualmente- eu não estou tendo tempo livre para me dedicar a escerever textos.
Procurei por algo aproveitável aqui no PC, mas não achei nada de útil e postável... Para minha sorte ou a de vocês encontrei algo em um caderno de alguma matéria perdida no espaço temporal vetorial das Ciências Exatas Quantizadas... Este poema retrata uma coisa que estava acontecendo comigo há um tempinho atrás
Gasto tempo pensando
Até "sonetos" já escrevi...
Já te comparei com vidas passadas
Interrogações surgem
Dubialidade impera
No reino de caos que é o Homem.
Shakespeare conhecia o amor
Ao menos, em seus livros
Newton, provavelmente, não
Mas ambos são idiotas!!!
Ambos mortos e enterrados
Suas obras perpetuaram
Minhas dúvidas também
Não sei Física e muito menos de casos pueris entre amores impossíveis
sábado, 8 de agosto de 2009
O que vende mais? Playboys ou Filmes nacionais?
A fama, em geral, pode ser bem bacana: ser reconhecido na rua, tirarem fotos com você, falarem que você é foda. Sim, isto é muito legal, entrementes há diversos tipos de celebridades: os famosos miojo (instantâneos) e os que são famosos pelo simples fato de serem bons no que fazem (não estou desmerecendo o fato de aparecer em um Big Brother da vida e posar nua em uma revista masculina. Mentira, estou sim.). Por exemplo, a Fernanda Montenegro; ela não precisa trocar de marido a cada semana para aparecer na mídia, ela não precisa fazer reconstrução do hímen para satisfazer o maridão e de quebra aparecer no superpop! Então, por que diabos esta pessoa é famosa? Pelo “simples” fato de quase ter ganhado um Oscar de melhor atriz, isso é um feito histórico para o cinema nacional.
Aquela atriz que ganhou o festival de Cannes como melhor atriz no filme “Linha de Passe” mereceu este Prêmio, mas tinham personagens melhores naquele enredo; qualquer um dos filhos dela merecia o devido respeito da crítica especializada. Sabe de uma coisa interessante e talvez até irônica? Quem é o diretor e um dos atores de Central do Brasil e Linha de Passe? Walter Salles é a resposta, assim como Vinícius de Oliveira- sim, o menino que vê sua mãe ser atropelada no filme “Central do Brasil”- adivinhem as categorias que estes dois filmes concorreram? Melhor filme e melhor atriz, entretanto foram em festivais diferentes.
O que me faz pensar em uma coisa, será que os filmes brasileiros “bons para estrangeiros verem” são aqueles que apenas retratam a nossa pobreza e histórias de batalha na vida? Será que nunca deixaremos de fazer aquilo de Guimarães Rosa já fazia no Regionalismo Moderno, assim como Glaúber Rocha fez no Cinema Novo?
Somos um povo criativo, mas parece que só podemos fazer isso, ou aquelas comédias- ora românticas- com artistas globais. Eu acho trágico que pessoas se surpreendam com o filme “Cidade de Deus”, muitas das coisas que lá estão passam no Jornal Nacional em horário Nobre! Chegamos a um ponto que a violência e a pobreza são banais na TV ou nos jornais; isso também está acontecendo no cinema nacional e internacional até (Quem quer ser um milionário está aí para provar que mostrar pobreza vende).
Acabei fugindo um pouco do tema fama, mas creio que este texto ia parecer uma coluna de fofocas, logo foi apenas uma faísca para o resto do texto...
Aquela atriz que ganhou o festival de Cannes como melhor atriz no filme “Linha de Passe” mereceu este Prêmio, mas tinham personagens melhores naquele enredo; qualquer um dos filhos dela merecia o devido respeito da crítica especializada. Sabe de uma coisa interessante e talvez até irônica? Quem é o diretor e um dos atores de Central do Brasil e Linha de Passe? Walter Salles é a resposta, assim como Vinícius de Oliveira- sim, o menino que vê sua mãe ser atropelada no filme “Central do Brasil”- adivinhem as categorias que estes dois filmes concorreram? Melhor filme e melhor atriz, entretanto foram em festivais diferentes.
O que me faz pensar em uma coisa, será que os filmes brasileiros “bons para estrangeiros verem” são aqueles que apenas retratam a nossa pobreza e histórias de batalha na vida? Será que nunca deixaremos de fazer aquilo de Guimarães Rosa já fazia no Regionalismo Moderno, assim como Glaúber Rocha fez no Cinema Novo?
Somos um povo criativo, mas parece que só podemos fazer isso, ou aquelas comédias- ora românticas- com artistas globais. Eu acho trágico que pessoas se surpreendam com o filme “Cidade de Deus”, muitas das coisas que lá estão passam no Jornal Nacional em horário Nobre! Chegamos a um ponto que a violência e a pobreza são banais na TV ou nos jornais; isso também está acontecendo no cinema nacional e internacional até (Quem quer ser um milionário está aí para provar que mostrar pobreza vende).
Acabei fugindo um pouco do tema fama, mas creio que este texto ia parecer uma coluna de fofocas, logo foi apenas uma faísca para o resto do texto...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Niilismo por acaso
Podre, oco, subversivo
Vamos quebrá-los
Como se faz com os ídolos
Reacionários putréficos
Limpeza do Sistema
Revolução é o caralho!
Foda-se o caos!
Dane-se o dinheiro!
Deitar-nos-emos em silêncio
Seres minúsculos
Tornar-nos-ão podres
Onde findaremos como
Organismos no real sentido,
De seu termo.
Vamos quebrá-los
Como se faz com os ídolos
Reacionários putréficos
Limpeza do Sistema
Revolução é o caralho!
Foda-se o caos!
Dane-se o dinheiro!
Deitar-nos-emos em silêncio
Seres minúsculos
Tornar-nos-ão podres
Onde findaremos como
Organismos no real sentido,
De seu termo.
sábado, 25 de julho de 2009
Na Estrada Novamente
Estou à procura.
Não de um cálice sagrado,
Mas de uma cura.
Talvez, eu seja um malogrado
Que nunca há de achar
O tão almejado par...
Busca infindável...
Mas alcançável.
Escrever não me fará achar-te.
Quando te ver pela primeira vez,
Espero não ser em um encarte,
Pois não quero um revés
De ver e não ser visto de novo.
Não de um cálice sagrado,
Mas de uma cura.
Talvez, eu seja um malogrado
Que nunca há de achar
O tão almejado par...
Busca infindável...
Mas alcançável.
Escrever não me fará achar-te.
Quando te ver pela primeira vez,
Espero não ser em um encarte,
Pois não quero um revés
De ver e não ser visto de novo.
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