Este texto dedico para uma pessoa que entrou na vida faz pouco tempo e tem conquistado minha adimiração e carinho com certa rapidez e ferocidade...
Pois essa pessoa é deveras especial e importante por tudo o que eu tenho passado e vivido recentemente...
Essa pessoa tem sido o meu anjo da guarda e cofidente faz poquíssimo tempo; ela já é especial por não gostar dessa bandas coloridas (acho eu que ela não gosta mesmo).
Enfim, nós não temos nada a ver um com o outro; somos muito diferentes, mas nós completamos (isso ficou meio gay, mas que se foda)...
Enfim, eu te amo meu hamster que acabei de comprar!!!!!!!
P.S: Achou que era para você, né, Rafa?
rsrsrsrs... Até no meu blog eu te sacaneio...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Teste
Fazia tempo que eu não escrevia nada por aqui...
Estive em um processo de falta de criatividade para escrever e para tentar voltar aos trilhos, vou fazer um exercício (não sei se ele já existe, mas vou fazer mesmo assim) de escrita aonde vou escrever tudo e qualquer coisa que vinher a minha cabeça sem parar para pensar sobre isso, sem me importar com os possíveis erros de português e concordância.
Enfim, este exercíco é ótimo, pois pode-se passar horas escrevendo sem parar e disso pode sair algo muito útil ou algo que deveria ser descatardo sem dó; porém o importante é não parar para pensar e se parar não pensa e nem revise o texto, pis isso seria uma traição ao exercício é como se fosse no teatro aonde você tem que fazer/representar um personagem sem parar e sem pensar nas suas ações para que o mesmo fique orgânico e que você posso se identificar melhor com o mesmo também; por falar em teatro, sinto uma leve saudade de atuar, pois o meu grupo está a sofrer um hiatus period (cacete saíram até palavras em inglês) cacete qual é o meu problema.
Vou mudar de parágrafo, pois cansei de falar sobre isso, porém não faço a menor ideia sobre o que escrever agora, porém o exercício meio que me obriga a continuar a escrever sem parar e isso me torna meio louco psicótico que fica teclando feito um cara que não possui vida social e passa o dia inteiro na frente de uma tela de computador; por falar nisso é impressionante como a vida das pessoas tem se ressumido a ficar mais tempo a frente do PC ao invés de interagir com outrens tete-a-tete...
Ow; precisei interromper o meu exercício, pois está passando no Programa do Jô a campeã sulamericana de Pole Dance e ela está mostrando seus dotes neste exato momento e a música é muito foda por sinal (é a música tema de algum dos filmes do "Dênis, o pimentinha") isso me lembra que eu me divertia horrores assistindo a esses tipos de filme quando era garoto; recordo-me uma vez que meu pai estava na cidade e nós vimos um dos "Dênis" da vida e tívemos um ótimo momento juntos; enfim...
Acho que posso finalizar este exercício por agora, pois cansei de praticar de certa forma.
Estive em um processo de falta de criatividade para escrever e para tentar voltar aos trilhos, vou fazer um exercício (não sei se ele já existe, mas vou fazer mesmo assim) de escrita aonde vou escrever tudo e qualquer coisa que vinher a minha cabeça sem parar para pensar sobre isso, sem me importar com os possíveis erros de português e concordância.
Enfim, este exercíco é ótimo, pois pode-se passar horas escrevendo sem parar e disso pode sair algo muito útil ou algo que deveria ser descatardo sem dó; porém o importante é não parar para pensar e se parar não pensa e nem revise o texto, pis isso seria uma traição ao exercício é como se fosse no teatro aonde você tem que fazer/representar um personagem sem parar e sem pensar nas suas ações para que o mesmo fique orgânico e que você posso se identificar melhor com o mesmo também; por falar em teatro, sinto uma leve saudade de atuar, pois o meu grupo está a sofrer um hiatus period (cacete saíram até palavras em inglês) cacete qual é o meu problema.
Vou mudar de parágrafo, pois cansei de falar sobre isso, porém não faço a menor ideia sobre o que escrever agora, porém o exercício meio que me obriga a continuar a escrever sem parar e isso me torna meio louco psicótico que fica teclando feito um cara que não possui vida social e passa o dia inteiro na frente de uma tela de computador; por falar nisso é impressionante como a vida das pessoas tem se ressumido a ficar mais tempo a frente do PC ao invés de interagir com outrens tete-a-tete...
Ow; precisei interromper o meu exercício, pois está passando no Programa do Jô a campeã sulamericana de Pole Dance e ela está mostrando seus dotes neste exato momento e a música é muito foda por sinal (é a música tema de algum dos filmes do "Dênis, o pimentinha") isso me lembra que eu me divertia horrores assistindo a esses tipos de filme quando era garoto; recordo-me uma vez que meu pai estava na cidade e nós vimos um dos "Dênis" da vida e tívemos um ótimo momento juntos; enfim...
Acho que posso finalizar este exercício por agora, pois cansei de praticar de certa forma.
sábado, 24 de abril de 2010
Metáfora
Acabei de voltar do show do Gilberto Gil e uma música que foi tocada lá; tocou-me de um jeito especial; especialmente pelo jogo de palavras que ele usa... Eis a tal música.
Uma lata existe para conter algo,
Mas quando o poeta diz lata
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo,
Mas quando o poeta diz meta
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudo-nada cabe,
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta,
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
Uma lata existe para conter algo,
Mas quando o poeta diz lata
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo,
Mas quando o poeta diz meta
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudo-nada cabe,
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta,
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
terça-feira, 2 de março de 2010
Imaginário de uma bêbado
Primeira vez que escrevei em um estado levemente embriagodo (desculpe-me pelos erros de português)...
Vamos ver que tipo de coisa pode sair disso...
Sempre dizem que os artistas que usavam drogas para compor/criar suas obras, pois é... Mas acabo de perceber que o álccol não é a melhor das drogas lícitas ou ilícitas para escrever algo, pois estou cometendo diversos erros de todos os tipos; logo acho que ele não é uma das melhores opições para expandir a mente e criar coisas criativas (só para avisar que não perderei tempo olhando este novamente hoje para ver se há algum erro drástico).
O pior é que não tenho a menor ideia do que escrever, pois estou sem assunto há bastante tempo (acho que a falta de assunto está me perseguindo desde que eu saí do Ensino Médio...
Bom,não faço a menor ideia do que estava falando anteriormente; estou apenas coneferindo os possíveis erros de concondância e de português que podem haver durante este pseudo-ensaio cultural de um desvairo completamente ilógico e irracional oriundo de umser completamente fora do seu eu mesmo do dia-a-dia...
Depois de passar duas horas sem tocar neste texto; estou nem um pouco a fim de escrever algo produtivo; então foda-se; irei lançá-lo deste jeito mesmo...
Vamos ver que tipo de coisa pode sair disso...
Sempre dizem que os artistas que usavam drogas para compor/criar suas obras, pois é... Mas acabo de perceber que o álccol não é a melhor das drogas lícitas ou ilícitas para escrever algo, pois estou cometendo diversos erros de todos os tipos; logo acho que ele não é uma das melhores opições para expandir a mente e criar coisas criativas (só para avisar que não perderei tempo olhando este novamente hoje para ver se há algum erro drástico).
O pior é que não tenho a menor ideia do que escrever, pois estou sem assunto há bastante tempo (acho que a falta de assunto está me perseguindo desde que eu saí do Ensino Médio...
Bom,não faço a menor ideia do que estava falando anteriormente; estou apenas coneferindo os possíveis erros de concondância e de português que podem haver durante este pseudo-ensaio cultural de um desvairo completamente ilógico e irracional oriundo de umser completamente fora do seu eu mesmo do dia-a-dia...
Depois de passar duas horas sem tocar neste texto; estou nem um pouco a fim de escrever algo produtivo; então foda-se; irei lançá-lo deste jeito mesmo...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Cuidados na sua profissão
Ano novo; textos novos e uma viagem de dezoito horas dentro de um busão me ajudaram a pensar neste texto... Este texto é estranho e não sei por que demônios pensei sobre este assunto e muito menos por que quis postá-lo; enfim vamos ao tal...
Bom, meu nome é Dedono Rego, sou proctologista há mais de dez anos. Obviamente, este não é o meu verdadeiro nome, mas é uma espécie de "nome artístico".
Além de fazer o maldito exame de toque; sou presidente e fundador da Associação Nacional dos Urologistas de Sergipe- ou seja- eu tomo conta da ANUS.
Confesso que esta área nunca me atraiu na época de faculdade, assim como grande parte dos estudantes de Medicina do Sergipe. Tanto é, que eu e os meus colegas de curso fizemos uma aposta para ver quantas pessoas iriam para essa área escrota da medicina. O bolão renderia mais de dez mil Reais (dava para montar uma clínica naquela época). Na hora de fazer a minha aposta, parei para pensar quantos poderiam ir para aquela área; eis que me lembro do viadinho da turma (não sou homofóbico, nem contra os gays) e acreditei piamente que ele iria seguir este rumo, logo apostei que apenas uma pessoa faria isso.
O resto vocês já podem imaginar; a grana era alta e eu tinha grandes chances de ganhar, porém teria que sacrificar um futuro brilhante na neurologia. Enfim, ganhei a aposta (ninguém tinha especificado que as pessoas participantes do bolão não poderiam estar envolvidas). Eu falhei tão grotescamente na minha avaliação sobre o "viadinho" que hoje em dia ele é um dos melhores ginecologistas do Estado, mas eu também não fico atrás, não. Sou o melhor da área que atuo e muitos pacientes afirmam que o meu exame não dói...
Baboseiras a perte, vou contar uma história que aconteceu com um colega de profissão meu...
Tá bem, aconteceu comigo mesmo... Estava eu pronto para começar "o" exame e eis que minha esposa (eu fui casado com este ser, mas depois nos separamos por motivos óbvios) me liga e diz que estourou a conta dos três cartões de crédito. Ela me deu essa bela notícia e desligou imediatamente. Eu fiquei tão nervoso que comecei o exame no paciente e nem vi que dedo eu tinha posto. Quando eu retiro o dedo, após uma leve reclamação de dor oriunda do paciente, percebo que estava sem luvas e constatei aterrorizado que a minha aliança não estava mais no meu dedo. Imediatemente, coloquei uma luva e pedi desculpas ao paciente, pois eu não tinha conseguido realizar o exame e que teria que fazê-lo novamente. Então, consegui tirar o anel e o paciente nem percebeu (ainda bem que era a primeira vez do cara e muito provavelmente deve ter sido a última). Este dia foi uma merda escrota! Melhor dizendo um cu escroto...
Bom, meu nome é Dedono Rego, sou proctologista há mais de dez anos. Obviamente, este não é o meu verdadeiro nome, mas é uma espécie de "nome artístico".
Além de fazer o maldito exame de toque; sou presidente e fundador da Associação Nacional dos Urologistas de Sergipe- ou seja- eu tomo conta da ANUS.
Confesso que esta área nunca me atraiu na época de faculdade, assim como grande parte dos estudantes de Medicina do Sergipe. Tanto é, que eu e os meus colegas de curso fizemos uma aposta para ver quantas pessoas iriam para essa área escrota da medicina. O bolão renderia mais de dez mil Reais (dava para montar uma clínica naquela época). Na hora de fazer a minha aposta, parei para pensar quantos poderiam ir para aquela área; eis que me lembro do viadinho da turma (não sou homofóbico, nem contra os gays) e acreditei piamente que ele iria seguir este rumo, logo apostei que apenas uma pessoa faria isso.
O resto vocês já podem imaginar; a grana era alta e eu tinha grandes chances de ganhar, porém teria que sacrificar um futuro brilhante na neurologia. Enfim, ganhei a aposta (ninguém tinha especificado que as pessoas participantes do bolão não poderiam estar envolvidas). Eu falhei tão grotescamente na minha avaliação sobre o "viadinho" que hoje em dia ele é um dos melhores ginecologistas do Estado, mas eu também não fico atrás, não. Sou o melhor da área que atuo e muitos pacientes afirmam que o meu exame não dói...
Baboseiras a perte, vou contar uma história que aconteceu com um colega de profissão meu...
Tá bem, aconteceu comigo mesmo... Estava eu pronto para começar "o" exame e eis que minha esposa (eu fui casado com este ser, mas depois nos separamos por motivos óbvios) me liga e diz que estourou a conta dos três cartões de crédito. Ela me deu essa bela notícia e desligou imediatamente. Eu fiquei tão nervoso que comecei o exame no paciente e nem vi que dedo eu tinha posto. Quando eu retiro o dedo, após uma leve reclamação de dor oriunda do paciente, percebo que estava sem luvas e constatei aterrorizado que a minha aliança não estava mais no meu dedo. Imediatemente, coloquei uma luva e pedi desculpas ao paciente, pois eu não tinha conseguido realizar o exame e que teria que fazê-lo novamente. Então, consegui tirar o anel e o paciente nem percebeu (ainda bem que era a primeira vez do cara e muito provavelmente deve ter sido a última). Este dia foi uma merda escrota! Melhor dizendo um cu escroto...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Possível último texto do ano...
Bom, o ano de 2009 passou voando ao meu ver e foi bem aproveitado também...
Nada melhor do que finalizar este ano que está a findar com uma viagem para descontrair e descansar deste árduo semestre de faculdade.
Enfim, Sábado fui ao último show do Móveis do ano de 2009 e confesso que achei este um dos melhores que já fui; poucas pessoas foram e o show ganhou um cárater mais intimista e eles tocaram na plateia mais de uma vez, sem contar que altas vezes eles improvisavam e pediam a maior participação do pessoal.
O público era tranquilo, não tinha aqueles que sempre vão por causa da rodinha Punk e não por causa da música...
É melhor parar de escrever, pois preciso ir descansar terei um dia inteiro de viagem de carro.
Viva 2009
Que venha 2010
Que o Arruda saía
Que o voto faça a diferença
Esteja à margem da margem de erro
Não deixe o próximo período de 365 dias
Limitar-se ao infinito como uma reles exponencial
Nada melhor do que finalizar este ano que está a findar com uma viagem para descontrair e descansar deste árduo semestre de faculdade.
Enfim, Sábado fui ao último show do Móveis do ano de 2009 e confesso que achei este um dos melhores que já fui; poucas pessoas foram e o show ganhou um cárater mais intimista e eles tocaram na plateia mais de uma vez, sem contar que altas vezes eles improvisavam e pediam a maior participação do pessoal.
O público era tranquilo, não tinha aqueles que sempre vão por causa da rodinha Punk e não por causa da música...
É melhor parar de escrever, pois preciso ir descansar terei um dia inteiro de viagem de carro.
Viva 2009
Que venha 2010
Que o Arruda saía
Que o voto faça a diferença
Esteja à margem da margem de erro
Não deixe o próximo período de 365 dias
Limitar-se ao infinito como uma reles exponencial
domingo, 8 de novembro de 2009
Eu sei do que gosto
O gosto existe e difere através das pessoas e sabemos do que gostamos e gostamos do que sabemos também, pois o desconhecido assusta e amedronta os seres humanos. É raro uma pessoa gostar de uma coisa que viu pela primeira vez; tanto é que não acredito em amor à primeira vista, pois ao avistar alguém você pensa que gostou da pessoa, mas apenas a achou bonita; muitas vezes por ventura, esse sentimento inicial pode vir a ser uma paixão, mas não é algo que faria você fazer loucuras estapafúrdias para alcançar algo desconhecido logo de cara.
Existem tópicos que nunca deveríamos discutir, pois tem total relação com gostos, pois cada um tem o seu e ninguém pode contestar. Música, religião, política, futebol e afins devem ser discutidos, mas- em nenhum momento- deve-se tentar convencer a outra pessoa a mudar o seu gosto, pois é bem difícil.
Será que temos consciência de tudo que gostamos? Será que gostamos de tudo que temos consciência? A resposta é sim para ambas as perguntas... Pois se você gosta d’algo; este algo é de seu conhecimento e vice-versa, logo a recíproca é verdadeira.
Existem tópicos que nunca deveríamos discutir, pois tem total relação com gostos, pois cada um tem o seu e ninguém pode contestar. Música, religião, política, futebol e afins devem ser discutidos, mas- em nenhum momento- deve-se tentar convencer a outra pessoa a mudar o seu gosto, pois é bem difícil.
Será que temos consciência de tudo que gostamos? Será que gostamos de tudo que temos consciência? A resposta é sim para ambas as perguntas... Pois se você gosta d’algo; este algo é de seu conhecimento e vice-versa, logo a recíproca é verdadeira.
Assinar:
Postagens (Atom)